Charada é um vilão enigmático de HQ, inimigo de Batman, criado em 1948 por Bill Finger e Dick Sprang.
Artesanato, cinema, tatuagens, malabarismo, teatro, História em Quadrinhos, cenotecnia, estatuetas (miniaturas) e xadrez tematico. Conheça melhor a Arte de Yury Hendrik.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Charada
Charada é um vilão enigmático de HQ, inimigo de Batman, criado em 1948 por Bill Finger e Dick Sprang.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Hermeto Pascoal
"Quem quiser piratear os meus discos, pode ficar à vontade. Pirateiem os meus discos... Sabe o que Deus falou? ‘Crescei e multiplicai-vos’. Muita gente pensa que isso é só para transar. Devemos crescer na maneira de ser e multiplicar o que tem de bom. Sem barreiras"
Hermeto Pascoal, nascido em Alagoas em 1936.
Indescritível.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
sábado, 16 de novembro de 2013
Bob Marley
"Me chamam de idiota porque fumo maconha, mas chamam de gênio quem inventou a bomba atômica"
(Robert Nesta Marley, 1945-1981)
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Punho de Ferro
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Luiz Gonzaga - O Rei do Baião
"Não é preciso que agente fale em miséria, em morrer de fome. Eu sempre tive o cuidado de evitar essas coisas. É preciso que a gente fale do povo exaltando o seu espírito, contando como ele vive nas horas de lazer, nas festas, nas alegrias e nas tristezas. Quando faço um protesto, chamo a atenção das autoridades para os problemas, para o descaso do poder público, mas quando falo do povo nordestino não posso deixar de dizer que ele é alegre, espirituoso, brincalhão. Eu sempre procurei exaltar o matuto, o caboclo nordestino, pelo seu lado heroico. Nunca usei a miséria desvinculada da alegria.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Nelson Mandela
"Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração."
"Não há nada como voltar a um lugar que permanece inalterado para que encontremos as formas como nós fomos alterados"
(Nelsom "Madiba" Mandela)
A criança que foi morta a tiros por soldados em Nyanga
Acriança não está morta!
Ela levanta os punhos junto à sua mãe.
Quem grita África! brada o anseio da liberdade e da estepe,
dos corações entre cordões de isolamento.
A criança levanta os punhos junto ao seu pai.
Na marcha das gerações.
Quem grita África! brada o anseio da justiça e do sangue,
nas ruas, com orgulho em prontidão para a luta.
A criança está morta!
Não em Langa, nem em Nyanga
Nem em Orlando, nem em Sharpeville
Nem na delegacia de polícia em Filipos,
Onde jazz com uma bala no cérebro.
A criança é a sombra escura dos soldados
em prontidão com fuzis sarracenos e cassetetes
A criança está presente em todas assembléias e tibunais
Surge aos pares, nas janelas das casas e nos corações das mães
Aquela criança, que só queria brincar sob o sol de Nyanga, está em toda a parte!
Tornou-se um homem que marcha por toda a África
O filho crescido, um gigante que atravessa o mundo
Sem dar um só passo.
(Poema de Ingrid Jonker lido no parlamento da África do Sul por Nelson Mandela.)
Tradução livre de Maria Helena D'Eugênio
Tradução livre de Maria Helena D'Eugênio
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Raul Seixas
São Paulo, Brasil - maio de 1973
Raul Seixas (Bahia 1945 - 1989) - O Maior roqueiro do Brasil!
"Está lançada aqui a semente de uma nova idade que vocês são testemunhas!"
(frase que disse Raulzito após desenhar com batom o símbolo da sociedade alternativa)
Este símbolo deriva da Cruz de Ansata (Ankh), ou simplesmente a Cruz da Vida. Para os Egípcios ela poderia significar laço da sandalha do peregrino em busca do conhecimento. A Sociedade Alternativa acrescenta ao símbolo dois pequenos degraus em sua base que representa a iniciação e faz da cruz uma chave.
Por conta do momento em que fiz esta peça, esqueci alguns detalhes a respeito do figurino, inclusive o colar que ele estava usando na ocasião. Ah, e os degraus estão virados para o lado contrário... ("sempre tentando mudar a direção do trem")
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Genghis Khan
Temudjin (Mongólia 1162-1227), foi imperador que mais territórios comandou na história da humanidade, praticamente 20 milhões de km², além de ser também um dos maiores comandantes militar de todos os tempos.
Sua história é carregada de aventuras, tragédias, barbárie, romance e misticismo.
Ainda novo, Temudjin ganharia fama por ter matado um lobo tão cedo. Quando rapaz, já prometido para um casamento arranjado, veio a escolher sua esposa, Borte, contrariando seu próprio pai.
Após a morte de seu pai, por envenenamento, sua família foi rejeitada pelo próprio clã e Temudjin jurado de morte por conta de sucessão de liderança.
Anos depois, com a ajuda de seu grande amigo, Jamukha, quebrou uma antiga tradição que dizia que os mongóis não iam a luta por mulheres, e lutou contra merkitas, cujo comandante reivindicava Borte pra si.
Mais tarde, uma série de fatos colocariam o clã de Jamukha frente ao de Temudjin que acabou derrotado, escravizado e levado até a China, onde sofrera várias humilhações.
Um monge que havia previsto o futuro conquistador de Temudjin, pediu-lhe que quando este subjugasse a China, tivesse piedade de seu mosteiro. Em troca deste favor, o mongol entregou um colar de ossos e mandou-o que entregasse a sua esposa Borte. O monge morreu no caminho, mas "a sorte favorece aos bravos" e Borte encontrou o cadáver do monge e, vendo o colar, logo entendeu do que se tratava e partiu pra China para resgatar seu marido.
Resgatado e salvo, Temudjin foi até uma montanha sagrada onde pediu ao deus do trovão que o ajudasse a dar leis aos mongóis, nem que para isso precisasse matar metade deles. Nessa noite, elaborou tais leis (não matar mulheres e crianças, honrar as dívidas, lutar contra os inimigos até o fim e, acima de tudo, nunca trair seu khan). E assim, aos poucos, foi pregando a unificação da Mongólia onde vários clãs aderiram, influenciados, pela fama de sua bravura e destreza.
Mas as forças de Jamukha e Targutai ainda eram mais numerosas e no dia da grande batalha, mais uma vez a sorte brilhou para Temudjin. Brilhou na forma de raios. Uma forte tempestade se armou logo depois da vitória fatástica em termos estratégicos e os mongóis, que temiam os relâmpagos, ao verem Temudjin em pé no seu cavalo com a espada erguida, sem medo do trovão, renderam-se diante dele. Targutai foi subjugado e Jamukha, por conta da grande amizade que um dia tivera com o vencedor, recebeu um cavalo e fugiu da Mongólia.
Temudjin tornou-se Gengis Khan, o "cã dos cãs", dando início a uma série de conquistas. Entre os vastos territórios, a própria China, onde outrora fora seu cativeiro.
Até hoje, Genghis Khan é o herói nacional da Mongólia a despeito de várias barbáries cometidas por ele como os inúmeros estupros que cometia (um estudo realizado em 2002 concluiu que 8% da população da região anteriormente ocupada pelo Império Mongol, o que corresponde a 0,5% da população mundial, podem ser descendentes de Gengis Khan).
Sua história é carregada de aventuras, tragédias, barbárie, romance e misticismo.
Ainda novo, Temudjin ganharia fama por ter matado um lobo tão cedo. Quando rapaz, já prometido para um casamento arranjado, veio a escolher sua esposa, Borte, contrariando seu próprio pai.
Após a morte de seu pai, por envenenamento, sua família foi rejeitada pelo próprio clã e Temudjin jurado de morte por conta de sucessão de liderança.
Anos depois, com a ajuda de seu grande amigo, Jamukha, quebrou uma antiga tradição que dizia que os mongóis não iam a luta por mulheres, e lutou contra merkitas, cujo comandante reivindicava Borte pra si.
Mais tarde, uma série de fatos colocariam o clã de Jamukha frente ao de Temudjin que acabou derrotado, escravizado e levado até a China, onde sofrera várias humilhações.
Um monge que havia previsto o futuro conquistador de Temudjin, pediu-lhe que quando este subjugasse a China, tivesse piedade de seu mosteiro. Em troca deste favor, o mongol entregou um colar de ossos e mandou-o que entregasse a sua esposa Borte. O monge morreu no caminho, mas "a sorte favorece aos bravos" e Borte encontrou o cadáver do monge e, vendo o colar, logo entendeu do que se tratava e partiu pra China para resgatar seu marido.
Resgatado e salvo, Temudjin foi até uma montanha sagrada onde pediu ao deus do trovão que o ajudasse a dar leis aos mongóis, nem que para isso precisasse matar metade deles. Nessa noite, elaborou tais leis (não matar mulheres e crianças, honrar as dívidas, lutar contra os inimigos até o fim e, acima de tudo, nunca trair seu khan). E assim, aos poucos, foi pregando a unificação da Mongólia onde vários clãs aderiram, influenciados, pela fama de sua bravura e destreza.
Mas as forças de Jamukha e Targutai ainda eram mais numerosas e no dia da grande batalha, mais uma vez a sorte brilhou para Temudjin. Brilhou na forma de raios. Uma forte tempestade se armou logo depois da vitória fatástica em termos estratégicos e os mongóis, que temiam os relâmpagos, ao verem Temudjin em pé no seu cavalo com a espada erguida, sem medo do trovão, renderam-se diante dele. Targutai foi subjugado e Jamukha, por conta da grande amizade que um dia tivera com o vencedor, recebeu um cavalo e fugiu da Mongólia.
Temudjin tornou-se Gengis Khan, o "cã dos cãs", dando início a uma série de conquistas. Entre os vastos territórios, a própria China, onde outrora fora seu cativeiro.
Até hoje, Genghis Khan é o herói nacional da Mongólia a despeito de várias barbáries cometidas por ele como os inúmeros estupros que cometia (um estudo realizado em 2002 concluiu que 8% da população da região anteriormente ocupada pelo Império Mongol, o que corresponde a 0,5% da população mundial, podem ser descendentes de Gengis Khan).
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