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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Coringa - Sorria!


Capa de A Piada Mortal, desenhada por Brian Bolland e escrita por Allan Moore

terça-feira, 17 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

Dragão latonado


Neste quadro desenhei um dragão oriental à mão livre, usando a técnica da latonagem (ou repujado) que consiste em trabalhar em placas metálicas ou couro, fazendo com que o desenho fique em relevo.

O repujado, provavelmente, foi bastante disseminado na Europa antiga e medieval. No entanto, ele é encontrado em quase todos sítios arqueológicos das grandes civilizações espalhadas pelo mundo todo.

Este foi meu primeiro trabalho com esta técnica, como forma de atenuar as dores causadas por uma tendinite forte gerada pela confecção consecutiva de estatuetas de massa epoxi.

O material usado foi chapa de alumínio de lata de cerveja (ou refri, sei lá...); madeira de caixotes de frutas; tarrachinhas; e póxi para o acabamento (que só executei quando as dores cessaram ,é claro). Depois foi só pintar.  

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Mr. Hulot - Jaques Tatit

Mr. Hulot é um personagem burlesco, tipo como Carlitos de Chaplin, Max Linder de G. Leuvielle, Buster Keaton (o homem que não ri) e Harold Loyd.
Ele é interpretado pelo ator e diretor Jaques Tati (frança, 1907 - 1982).
Tati criou-o inspirado em seu próprio avô. Com seu jeito mímico, Hulot encara um mundo cheio de tabus e uma modernidade cheia de pseudo-progressos.

FILMOGRAFIA DE MONSIEUR HULOT:
1953 - As Férias de Mr. Hulot
1958 - Meu Tio (o mais célebre filme da lista)
1967 - Playtime
1970 - Domicílio Conjugal (dirigido por Truffaut e interpretado por Jacques Cottin)
1971 - As Aventura do Sr. Hulot no Tráfego Louco

"O militar é uma planta que deve ser cuidada com esmero para que não dê frutos" 

domingo, 8 de junho de 2014

Baby Consuelo

Bernadete  Dinorah de Carvalho Cidade, também conhecida como Baby do Brasil. A eterna menina da banda Os Novos Baianos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Alfred Hitchcock


Alfred Joseph Hitchcock (1899 - 1980).
O "mestre do Suspense" é um dos cineastas mais famosos de todos os tempos.
Consagrado com filmes como Vertigo, Festim Diabólico, Os Pássaros e Psicose.
Frequentemente, Hitchcock aparecia em seus filmes. Normalmente no início da história para não desviar a atenção do público. Sua silhueta tornou-se a marca do diretor.
Durante a confecção desta peça, percebi que não seria necessário pintar a sombra do Alfred na parede, dada a semelhança que era reproduzida quando a peça era exposta à uma luz dura no muro. Achei por bem deixar por conta do próprio Alfred sagrar sua marca indelével e assim valorizando a forma do corpo.




"Eu nunca disse que atores são gado; eu disse que todos os atores deveriam ser tratados como se fossem gado"
(inesquecível frase de Alfred Hitchcock)

domingo, 30 de março de 2014

Rê Bordosa na banheira 1

Rê Bordosa criada por Angeli

sábado, 29 de março de 2014

Simone de Beauvoir



Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir (Paris 1908-1986) foi uma filosofa e feminista.  
Sua linha de filosofia era o existencialismo, inclusive tendo uma relação amorosa aberta com Jean-Paul Sartre além de outros homens e mulheres, o que chocaria a sociedade por sua postura libertária. 
Aliás, naquela época de casamentos arranjados, a maioria das moças de sua classe social seguiam obedientes os ditames de uma educação católica-careta que tinha por objetivo formar "esposas obedientes" e dóceis. Beauvoir negou-se a casar-se, ser dona-de-casa e a ter filhos. Aos 20 anos de idade, Simone passou a frequentar as rodas de intelectuais masculinos, rivalizando com todos eles (inclusive Sartre) em idéias e visão de um novo mundo mais livre. A jovem Beauvoir já começava a se indignar com a criminalização do aborto, as normas e cerimônias que distinguiam a elite e, também, a frivolidade dos amores burgueses. Foi da necessidade de transpor tais sentimentos em palavras que gerou a escritora.    Com palavras de ordem às mulheres, escreveu O Segundo Sexo, 1949 um famoso ensaio onde ela dizia pérolas como: "Nós não nos deixaremos intimidar com ataques violentos dirigidos à mulher nem deixar-se levar pelos elogios interesseiros que são destinados à 'verdadeira mulher'..."                          
Sua trajetória de emancipação completa é registrada em seu livro Memórias de Uma Moça Bem Comportada, 1958. Esta obra não só foi um relato pessoal , acabou virando um verdadeiro manual para milhares de mulheres espalhadas pelo mundo que se espelharam em Simone de Beauvoir para libertarem-se dos padrões moralistas, machistas o opressores que predominavam massivamente naquela época tornando-as conformistas. 
Simone de Beauvoir foi a mais profunda defensora da emancipação feminina do século 20 e, talvez, de todos os tempos.
"Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde o início."